
Vitor Campanario é cineasta, com ampla experiência em roteiro, direção, produção e montagem. Estudou cinema digital e arquitetura na PUC-MG e na Politecnico di Torino, Itália. Dirigiu os curtas-metragens "Nós, a Terra e Eles", selecionado para diversos festivais internacionais; "Se Piscar Já Era", selecionado no programa Respirarte da Funarte; e "Um Pequeno Quarto Estreito", que ganhou o prêmio de Melhor Direção de Fotografia na Mostra Sampa DOC. Atualmente, está finalizando o filme "Diálogos do Toque" em co-produção com o SESC Digital e desenvolvendo os filmes "Carvão: Permanente Poesia da Cor" e "Manoel". Seu curta experimental Eichner+Guizado foi exibido nos festivais Angaelica (California 2023) e no The 6th Meihodo International Youth Visual Media Festival (Japão 2023).
É produtor da série "Gente do Xingu" (em pré-produção) com direção de Takumã Kuikuro e do longa-metragem "Antropólogo Aprendiz" (em desenvolvimento), selecionado para o Icumam Lab 2024 e finalista do Histórias que Ficam 2023.
Fez a direção de fotografia dos curtas-metragens "Un caffé", exibido no Corto Movie Festival Torino; "Sotto L ́ombra di una Guerra", exibido no festival Cento Ore Torino; e "As Camadas das Águas Invisíveis", exibido no 6o Santos Film Festival e UIA.
Como montador, participou da versão cinematográfica do espetáculo "AKA", protagonizado pela performer Emilie Sugai, e do filme "Abdzé Wede'õ" do cineasta Divino Tserewahú, filme de encerramento do 54o Festival de Brasília. Também foi montador do filme Anfitriões do coletivo de cinema Manoki-Myky e do curta A Voz de Guadakan, menção honrosa no festival Bonito CineSur 2024
Também atuou como assistente de direção do cineasta Joel Pizzini, em filmes como Depois do Trem e Ninguém Entra, Ninguém Sai.
Atualmente desenvolve pesquisas utilizando a filmagem em Super 8, fotografia analógica e digital, com foco em temas socioambientais, urbanismo e artes.